Num vasto poetar me entrego
Celebrando a vida, divina inspiração...
Valso com as palavras, não nego
Iluminam a alma, arrepiam o coração!
No divino som são pássaros na brisa
Das liras dos anjos chegam até nós
Alimento do ser, para o corpo a camisa
Na tua suma presença nunca estamos sós
Giram belas, livres, de amor ou tristeza
Abraçam-te emocionantes até o dia chegar
São da vida o encanto e a grandiosa beleza
Num mar de palavras quero feliz mergulhar!
E elas nunca envelhecem ou morrem, infinitas...
São borboletas, raios de sol, flores e chuva
Partes de mim, ou todas... As mais bonitas!
Vestem perfeitamente, como se fossem luvas
E são minha alma, radiante emoção e sorriso
Perfeita canção que me circunda, o chão que eu piso!

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